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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

EMBRAPA ÁRVORES URBANAS



Por que manter árvores na área urbana? As cidades dependem fortemente do meio rural para atender às suas necessidades de água, de alimento, de fibras e de outros produtos essenciais à vida e ao bem-estar. O impacto ambiental das cidades sobre o ambiente pode ser avaliado por uma medida chamada de “pegada ecológica”. Essa pegada, ou biocapacidade, corresponde à área de terra produtiva e de ecossistemas aquáticos necessários para produzir os recursos utilizados e absorver os resíduos produzidos por determinada população com padrão de vida específico, onde quer que essa área esteja localizada (PNUMA, 2004). Em 1995, o ecologista Herbert Girardet estimou que a pegada ecológica da cidade de Londres era 125 vezes maior do que a área ocupada por ela. 

A estimativa do ano 2000 é de que a pegada ecológica dessa metrópole seja equivalente a 49 milhões de hectares, o que representa 42 vezes sua biocapacidade e 293 vezes sua área geográfica, o que grosseiramente equivale ao dobro da área da Grã-Bretanha. Com a população de 7,4 milhões de pessoas, esse cálculo representa 6,63 ha por habitante urbano. Com base na capacidade da Terra de 2,18 ha por habitante, em média, pode-se estimar que seriam necessários três planetas idênticos à Terra para manter o atual estilo de vida dos londrinos (LSDC, 2008). A cidade de Vancouver, no Canadá, consome a produção de uma área 174 vezes maior do que aquela referente à sua área política. A pegada ambiental urbana relativamente desproporcional é aceitável até certo ponto, porque a concentração de populações nas cidades reduz a pressão sobre a terra, possibilita economias de escala e facilita a proximidade da infra-estrutura e dos serviços (PNUMA, 2004). 

As cidades são fruto do engenho humano, mas muitas vezes são inóspitas. Elas são consideradas por urbanistas como ecossistemas. São sistemas imaturos, se comparados aos sistemas naturais, pois estão em rápido crescimento e são ineficientes no uso de recursos, tais como água e energia (HAUGHTON e HUNTER, 1994 citado por BOLUND e HUNHAMMAR, 1999). Nas cidades há produção e consumo de energia em grande escala; há importação e canalização de água, assim como incremento de importações e de exportações de outros materiais, com o acúmulo de enorme quantidade de dejetos e de lixo.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Garoto de 4 anos ensina a por orquídea na árvore (+playlist)




Cultivar uma orquídea em árvore é uma boa maneira de enfeitar a casa com plantas 
sem precisar de muito paparico - nos primeiros meses, você vai regá-la mais vezes, 
mas, com o tempo, as raízes novas surgem e a orquídea quase não precisa de cuidados. 
A jardineira Carol Costa, do site Minhas Plantas, convidou o pequeno Fabricio para mostrar
 como é fácil prender uma Phalaenopsis num galho. 
Quem sabe agora o pessoal nos supermercados 
e floriculturas para de jogar planta no lixo e
 começa a doar para que elas enfeitem ruas e praças da cidade? 
Mais vídeos e informações sobre orquídeas em http://www.minhasplantas.com.br.



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Arborização urbana deve atender a critérios técnicos e ter ações coordenadas, afirmam especialistas

Fonte: IEA USP

por Sylvia Miguel - publicado 03/05/2017 11:25 - última modificação 03/05/2017 12:17
Verdejando público
Workshop Verdejando: sociedade civil debate arborização da capital. A partir da esq.: subprefeito Oziel de Souza; secretário do Verde, Gilberto Natalini; jornalista Ananda Apple; professor Buckeridge e Ricardo Cardim
Áreas cobertas com vegetação têm o potencial de reduzir em até 20% o risco de mortalidade por câncer e doenças respiratórias em relação a regiões sem vegetação, mostra artigo recém-publicado na revista científica Environmental Health Perspective. Num cenário de mudanças climáticas, a revegetação das grandes cidades está na agenda do dia e foi com o objetivo de discutir “Que arborização queremos para São Paulo?” que o Workshop Verdejando reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil no dia 17 abril, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP.
Organizado pela Rede Globo em parceria com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) e o Programa USP Cidades Globais do IEA, o encontro teve a moderação da jornalista Ananda Apple e do professor Marcos Buckeridge, coordenador do USP Cidades Globais e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
Verdejando Buckeridge e CardimVerdejando - público 2
À esq.: professor Buckeridge e o botânico Ricardo Cardim. À dir.: Patrícia Iglecias, supervisora de Gestão Ambiental (SGA) da USP (ao fundo à esquerda, Paulo Saldiva, diretor do IEA, e à direita, o sanitarista Eduardo Jorge, ex-candidato do PV à Presidência)
Na ocasião, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, vereador Gilberto Natalini (PV), anunciou a criação do Comitê Municipal de Arborização e falou da implementação experimental de um sistema de gerenciamento por satélite para a fiscalização das árvores da cidade. Também fez a promessa de que não será mais permitido substituir o plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu num polêmico Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado por uma construtora em 2015 com a Prefeitura Municipal.
O líder do governo na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Aurélio Nomura (PSDB), defendeu a implementação de um plano diretor do verde para efetivar políticas permanentes sobre plantio e cuidado com as árvores. Disse também que irá levar ao prefeito João Dória Jr (PSDB) a proposta de destinar parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) arrecadado pela Prefeitura para o investimento obrigatório em áreas verdes. “Nada mais justo, pois são os carros os maiores responsáveis pela emissão de material particulado”, disse Nomura.
O engenheiro agrônomo Joaquim Cavalcanti, do Grupo Técnico sobre Normatização das Melhores Práticas de Arborização Urbana da Prefeitura, defendeu a necessidade de um inventário arbóreo e a capacitação humana para o trabalho de reconhecimento e diagnóstico das espécies urbanas. “Poderíamos pensar numa brigada de arboristas, com um grande envolvimento da sociedade civil”, disse.
Os desafios operacionais são muitos, principalmente quanto à normas regulamentadoras de segurança do trabalho e à capacitação do profissional responsável pelas podas e manutenção, ressaltou Cavalcanti. “A NR35 fala em andaimes, postes, prédios, mas não atende a quem trabalha na altura fazendo podas. Da mesma forma, a NR12, sobre o trabalho com motosserra, não abrange esse profissional”, observou.
Ações coordenadas para o plantio
O projeto Verdejando vem estimulando a importância do verde no ambiente urbano, com a veiculação de reportagens inseridas nas programações regionais da TV Globo e a promoção de oficinas de plantios e a revitalização de praças e parques. O seminário na USP é mais uma tentativa de buscar o engajamento e a sensibilização para o tema, disse Ananda.
Árvores contribuem para minimizar a poluição do ar e reduzir as amplitudes térmicas. Captam gás carbônico liberando oxigênio. Proporcionam beleza visual, sombreamento e abrigo para a avifauna. Contribuem assim para diminuir problemas respiratórios e melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.
Porém, a forma de plantar, quando, como, onde e o que plantar são questões que precisam integrar uma ação coordenada, para que a iniciativa possa otimizar os resultados, facilitar o manejo e proporcionar o necessário controle fitossanitário das árvores, indicou o secretário Natalini.
Polêmica sobre jardins verticais
O secretário Natalini foi aplaudido ao anunciar que o município não irá mais permitir a substituição do plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu no Termo de Compromisso Ambiental (TCA) concedido em 2015 a uma construtora. Os ambientalistas criticam a medida, pois os serviços ambientais de jardins suspensos não se comparam aos benefícios fornecidos pelas árvores.
O assunto virou polêmica quando uma construtora desmatou 837 árvores em 2013 no bairro do Morumbi, incluindo espécies nativas, para construir prédios residenciais. A empresa ganhou a permissão de fazer um jardim vertical no Minhocão, região Central, em vez de plantar árvores. Porém, com a assinatura do secretário Natalini, a atual gestão municipal já utilizou parte do TCA daquela construtora também para fazer  o “corredor verde” da Avenida 23 de Maio, implantado no local onde foram apagados os grafites da via.
“Isso não acontecerá mais. Só pegamos o bonde andando e foi melhor fazer esse acordo do que entrar num litígio judicial”, garantiu Natalini.
O secretário fez uma assinatura simbólica da criação do Comitê Municipal de Arborização e anunciou que o organismo será composto por oito membros do poder público – SVMA e prefeituras regionais – e oito da sociedade civil.
A portaria sobre a criação do organismo foi publicada no diário oficial do município no dia 26 de abril. Terá como missão propor ações de plantio, conservação, articulação de ações integrando as iniciativas de plantio, além de organizar encontros técnicos para formação continuada de cidadãos interessados na temática.
“Precisamos sair daqui com uma plataforma mínima de entendimento e cooperação entre empresas, governos, organizações não-governamentais e cidadãos para construirmos essa força política social para plantar na cidade de São Paulo, mas de uma forma coordenada”, disse Natalini.
Os três viveiros da capital – Manequinho Lopes, no parque do Ibirapuera, Arthur Etzer, localizado no parque do Carmo, e Harry Blossfel, no parque Cemucam, em Cotia – são responsáveis pelo fornecimento de mudas para órgãos municipais que plantarem em áreas públicas. Adicionalmente, o município vem recebendo mudas de empresas que fizeram termos de ajuste de conduta ou termos de compromisso ambiental para ter o direito de construir. Há também empresas que, simplesmente, fazem doações de mudas.
“Portanto, o problema hoje não é falta de mudas. Precisamos, sim, de mão de obra e locais para o plantio. A Secretaria está mapeando isso e verificamos que cabem 10 mil mudas em parques. Há ainda vias públicas, calçadas e clubes esportivos em condições de plantar”, disse Natalini.
O secretário lembrou que as pessoas plantam pouco em seus quintais porque as legislações restringem ações de manejo, plantio ou mesmo supressão de árvores em terrenos particulares. “Precisamos facilitar as coisas para que as pessoas possam plantar e manejar árvores em seus quintais. Não devemos ter esse tabu de que árvore não pode ser suprimida. É a última medida, mas em algum momento pode ser necessário”, disse.
Árvore por habitante
“Precisamos tirar as pessoas dos morros e áreas de risco, acabar com as desigualdades e fornecer serviços básicos para a população pobre, que será a mais atingida pelas mudanças climáticas globais. Mas não podemos negar que as árvores possuem um papel muito importante num cenário de aquecimento global nas grandes cidades. Elas tendem a influenciar a distribuição da umidade do ar e pode ser que haja uma relação com enchentes, tema que nosso grupo também está estudando”, disse o professor Buckeridge.
O professor divulgou dados do estudo “Árvores urbanas em São Paulo: planejamento, economia e água”, que ele publicou na Revista Estudos Avançados volume 29, número 84, mostrando que as zonas Central e Leste da capital apresentam os menores índices de árvore viária por habitante. “Esse mapeamento já pode servir de guia para o planejamento de ações iniciais de plantio”, apontou.
Prefeito regional de Cidade Tiradentes, o sociólogo Oziel de Souza chamou a região de “selva de pedras” e disse que um dos objetivos à frente da gestão local é arborizar o bairro, desmatado para a construção de casas populares. A meta é chegar até o final do ano com o plantio de 10 mil mudas, disse Souza.
Ao contrário de Cidade Tiradentes, em vez de demandas sociais e de plantio, a regional de Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, enfrenta desafios com manutenção da alta densidade arbórea. “Num único dia de ventania, perdemos cerca de 300 árvores no ano passado. Muito disso se deve às raízes enfraquecidas pelas intervenções nas calçadas que sufocam o caule e as raízes”, disse o prefeito regional, jornalista Benedito Mascarenhas Louzeiro, responsável pelos bairros de Moema, Saúde e Vila Mariana.
Segundo Louzeiro, há muito desgaste na relação entre moradores e a subprefeitura e desta com a Eletropaulo, por conta da responsabilização pela queda das árvores na região. “No que se refere a podas, retirada de galhos e fiação, a subprefeitura de vila Mariana é a que mais emite multas para a Eletropaulo por descumprimento da legislação. Estamos com a proposta de um projeto piloto de manejo envolvendo as ruas Tangará, Joaquim Távora, Humberto Primo e Bagé, para mapear a cuidar das árvores”, disse.
Roçadeiras e muretas
Verdejando caixotes e muretas
verdejando roçadeira
Acima, muretas obstruindo canteiros e o anelamento do caule causado por roçadeiras são equívocos que sufocam raízes e matam as mudas. Abaixo, a proteção do tronco com cano PVC e matéria orgânica, mostra Cardim.
Verdejando proteção anelamento
Autor de pesquisas que serviram de base para a criação das três primeiras reservas públicas naturais de Cerrado na cidade de São Paulo, o botânico e ativista Ricardo Cardim apontou os maiores erros na arborização e manutenção de parques e jardins, que resultam nas quedas e problemas fitossanitários das árvores na metrópole.
“É preocupante a mania de obstruir os canteiros das árvores urbanas com muretas e caixotes cimentados construídos no entorno do tronco”, diz Cardim. Segundo o botânico, essa prática impede a entrada de água e nutrientes e enfraquece as raízes, sendo uma das principais causas de quedas de árvores na capital.
“Poderíamos pensar num mutirão para transformar esse cenário. Tão importante quanto plantar um milhão de árvores no município é desobstruir 500 mil delas. Assim nós as ajudamos a permanecer de pé e proporcionando serviços ambientais”, disse.
Outra prioridade é acabar com o anelamento causado por roçadeiras durante as podas de grama. “Em geral falta treinamento aos prestadores desse serviço e eles acabam machucando a base do tronco ao cortar a grama. Essa é a verdadeira causa da mortalidade das mudas, e não o vandalismo, como se pensa”, afirma Cardim.
A solução para acabar com o anelamento do tronco é proteger o colo da arvore, seja com matéria orgânica e pedras ou mesmo com cano PVC no entorno, ou as duas coisas, aponta. “Precisamos criar um trabalho de educação muito consistente para as pessoas entenderem que essas práticas são prejudiciais”, disse.
Espécies nativas e padrão de mudas
Canelas, jacarandá do campo, cambuci, cedro rosa, ingá, araçá, cambuatã, jacatirão-cabuçu, araucária, figueira brava, guatambu, açoita-cavalo e copaíba são algumas das espécies de Mata Atlântica que deveriam compor a paisagem de parques, praças e ruas,  defendeu o botânico e ativista Ricardo Cardim.
Verdejando poda paisagística
Uso de espécies exóticas e poda paisagística: práticas criticadas por participantes do encontro
A “monocultura” de sibipirunas, paus-ferro e mirindibas, espécies exóticas da moda que praticamente dominam a atual paisagem urbana, traz menos serviços ambientais e menos benefícios para a avifauna nativa, justifica Cardim.
“Concordo que deveríamos ter mais árvores de espécies nativas nas cidades. Mas o problema é que não conhecemos o comportamento de muitas delas e que tipo de doenças podem ter ao longo do tempo. Quanto maior a diversidade, maiores as dificuldades. Então estamos estudando essa questão para poder passar nosso conhecimento para o poder público e para os ativistas realizarem melhor sua tarefa”, disse o professor Buckeridge.
Cardim observa que as mudas entregues para plantio por empresas que cumprem termos de ajuste de conduta ou de compromisso ou de compensação ambiental deveriam respeitar uma variabilidade de espécies e determinado padrão de qualidade para as mudas.
“Antigamente as mudas eram entregues com copa e atendiam a um tamanho mínimo. Já chegavam trazendo serviço ambiental. Hoje são entregues mudas mínimas, quase que gravetos fadados à morte”, compara.
Para enfrentar esse problema, seria necessário dar uma pontuação para a qualidade das mudas entregues pelas empresas, seja por critérios de variabilidade e importância biológica ou pela qualidade geral da planta, defende.
“Será que o padrão Depave atende a todas as situações de plantio na cidade de São Paulo? Precisamos repensar isso”, afirma Cardim, referindo-se às normas do Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave) da Prefeitura Municipal, que regula o padrão de mudas para plantio na capital, por meio da Portaria 85/10 da SVMA.
Cardim aproveitou para divulgar as ações da Floresta de Bolso, técnica desenvolvida por ele e que consiste em concentrar grande biodiversidade e massa arbórea numa pequena área, transformando terrenos e trechos abandonados em espaços de preservação de matas nativas. As iniciativas de plantio são abertas ao público e divulgadas em uma página do Facebook.
O ator Vitor Fasano, também presente no encontro, lembrou importância dos quintais frutíferos para a avifauna e a necessidade de educação ambiental tanto para particulares que queiram plantar, quanto para os prestadores de serviços de jardinagem. Defendeu a ideia de um paisagismo urbano baseado em árvores nativas apropriadas ao embelezamento de grandes avenidas.
Em vez de espécies nativas, condomínios e praças se valem de um “paisagismo repetitivo” da moda, baseado em plantas chinesas, africanas, asiáticas e japonesas, disse Ananda Apple. As mais utilizadas são a falsa murta, o podocarpo, o buchinho, a areca e a palmeira azul, que são desconfiguradas pelas empresas de jardinagem para “formar um pretenso jardim escultural”, observou a jornalista.

Relacionado

Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3
Vídeo 4
Fotos
Critérios técnicos e monitoramento
Verdejando poda irregular
Verdejando poda de árvore
Verdejando protocolo risco
Podas irregulares, protocolos de segurança no trabalho e monitoramento das condições fitossanitárias foram apontados como medidas urgentes para a conservação das árvores urbanas
A superintendente de Gestão Ambiental (SGA) da USP e ex-secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patricia Iglecias, uma das debatedoras do encontro, destacou a necessidade de fazer uma revisão da legislação de plantio e manejo das árvores urbanas, inclusive no regramento das compensações ambientais. “No âmbito do Estado há o conceito de restauração que inclui critérios para o plantio e para a manutenção. Acredito que debater critérios técnicos de plantio e manutenção das árvores urbanas é muito importante nesse momento”, disse Iglecias.
Para a professora, é importante “pensar numa política de educação ambiental da sociedade e incluir no debate temas da agenda internacional de sustentabilidade, sem perder de vista o que queremos com a arborização de São Paulo”, disse.
Além de Iglecias, participaram como debatedores o professor Fabio Kohn, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (INCT); Jorge Belix de Campos, da Associação Mata Ciliar, e Juliana Gatti, do Instituto Árvores Vivas.
Kohn mencionou as iniciativas do projeto Cidades Inteligentes, que está pesquisando tecnologias inovadoras como a internet das coisas para criar modelos de sensores capazes de monitorar a vida e a saúde das árvores. Sugeriu também a criação de cursos online visando orientar sobre o plantio, além de aplicativos que auxiliem na gestão e manutenção das diversas espécies.
Segundo Natalini, a SVMA está em tratativas com uma empresa americana para avaliar a possibilidade de instalar um sistema via satélite capaz de dar a posição, a situação de poda e as condições fitossanitárias das árvores. “É como um Big Brother que vale por mil fiscais e já compramos um piloto por R$ 300 mil para monitorar parte da vegetação urbana. É uma forma mais fácil e barata, baseada em tecnologia da informação, que pode fornecer dados com alta precisão. Estamos fortemente propensos a comprar esse sistema”, disse o secretário.
Nik Sabey, da iniciativa Novas Árvores por Aí, falou das ações coletivas para o plantio de espécies nativas, entre elas, araucária, palmito juçara, cambuci e outras. “Há muitas idéias que podem ser aplicadas para deixar a cidade mais permeável e mais verde. Nova York já enxerga a arborização como medida de saúde pública”, ressaltou.
Imagens:
1: reprodução; 2 e 3: Marcos Santos/Jornal da USP; 4: Luiz Guadagnoli/SECOM/Fotos Públicas; 5 a 11: reprodução

domingo, 16 de julho de 2017

A muda de Batinga

Nossa muda está crescendo, surgiram folhas novas!




Batinga-vermelha

Recomendações

Espécie indicada para reflorestamento em vegetação secundária de lugares secos. Madeira pesada, de cor branca até vermelha, usada em construção civil, confecção de carroças. Excelente lenha e carvão. Frutos comestíveis.

Regiões

No Brasil, essa espécie ocorre em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Morfologia

Árvore perenifólia, de grande porte, de até 25m de altura, de fustes altos e retos, com até 60cm de diâmetro. Casca marrom-escura, grossa, rugosa e fendida verticalmente. Folhas opostas, simples, oblongas a lanceoladas, com ponta longa, de até 5cm de comprimento por até 1,5cm de largura. Inflorescência em cachos pequenos. Flores tetrâmeras, hermafroditas, brancas, de aproximadamente 3mm de diâmetro. Frutos tipo baga, amarelos, esféricos, de até 1,5cm de diâmetro.

Fenologia

Floração durante os meses de agosto-janeiro. Frutificação setembro-novembro. Frutífera para avifauna (aracuãs).

Cuidados

Como todas as aroeiras, possui substâncias químicas que provocam reações alérgicas em pessoas sensíveis, porém em menor grau se comparada com a aroeira-braba.

sábado, 15 de julho de 2017

Astrapeia e outras árvores da USP ganham identidade

Fonte: jornal da USP

Projeto na Cidade Universitária, em São Paulo, ajuda a reconhecer a importância das plantas
Por - Editorias: Universidade
As tipuanas são exemplos de árvores que podem ser encontradas na Cidade Universitária  – Foto: Marcos Santos

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Quem entra na Cidade Universitária, um dos campi da USP na cidade de São Paulo, logo se depara com um ambiente bem distinto do resto da capital paulista. Toda a extensão da Avenida da Universidade é dominada por tipuanas, árvores que se destacam na paisagem, mas estão longe de ser as únicas. Para conhecer algumas das centenas de espécies vegetais presentes no campus, desde 2015, alunos do Instituto de Biociências (IB) da USP se organizaram para identificar aquelas que estão mais próximas dos frequentadores da Universidade.
Entre eles está o estudante Matheus Colli. Ele tem analisado amostras de árvores do fitotério do IB, um “jardim botânico” destinado a pesquisa e ensino de biologia. Estima-se que haja cerca de 750 espécies nativas e exóticas no local, das quais 70 foram identificadas com a ajuda de colegas do curso.
“Demos preferência às árvores porque plantas menores podem morrer e não ser repostas. Além disso, selecionamos as que estão próximas a trilhas, com as quais as pessoas têm mais contato”, explica Matheus.
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Detalhe da árvore Astrapeia no campus Cidade Universitária  – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
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A iniciativa dos estudantes integra o projeto Árvores USP, coordenado pelo professor José Rubens Pirani, do Departamento de Botânica do IB, e já se expandiu para o Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, onde foram identificadas 30 árvores.
Com o financiamento da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), foram fabricadas 100 placas de inox com informações básicas sobre as árvores e um QRCode que dá acesso a mais curiosidades sobre as espécies. A previsão é de que todas as placas sejam fixadas em rochas e pequenos totens próximos das árvores até o mês de agosto.
Astrapeia no IB – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
Palmito-juçara próximo ao IME – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
Cedro próximo ao IME – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens


Cegueira botânica

A ideia do projeto foi inspirada numa ação dos moradores de Alto de Pinheiros que procuraram o Departamento de Botânica para analisar as árvores das praças do bairro. “A identificação de espécies é uma etapa básica para fazer pesquisas de genoma, de fisiologia ou do uso econômico”, diz Pirani. “Ela é necessária também para reparar erros do passado. Há algumas nomenclaturas que precisam ser revistas.”
Para reconhecer espécies com segurança, o herbário do IB conta com um acervo de 220 mil exemplares coletados e preservados desde o início do século 20. As plantas são desidratadas e mantidas em ambiente seco com até 20ºC.
José Rubens Pirani, professor do Instituto de Biociências, e o aluno Matheus Colli Silva no herbário do Departamento Botânico – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
Com a identificação das árvores, se tornou fácil observar como a Cidade Universitária tem seus trechos de mata preservada e de arborização artificial. Por isso, é possível encontrar no IME, por exemplo, árvores brasileiras como o palmito-juçara, o ipê-amarelo e o cedro dividindo espaço com a Markhamia stipulata, originária do Extremo Oriente.
“É bom lembrar que as plantas nativas dão os frutos que os nossos passarinhos gostam e possuem as ramificações mais adequadas para a construção de ninhos”, avisa o professor. “Por isso, está havendo uma mudança no modo de arborizar a cidade, se preocupando mais em introduzir espécies latinas.”.
Prédio do herbário do Instituto de Biociências – Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Além das aplicações práticas do projeto, o Árvores USP trouxe outros resultados para os estudantes. “Ele me aproximou da botânica e da pesquisa, acabou basicamente influenciando a minha carreira”, afirma Matheus. Após participar do projeto, o estudante acredita que perdeu sua “cegueira botânica”, a insensibilidade que a maiorias das pessoas possui em relação ao meio ambiente.
“Também me ajudou na relação que eu tenho com a Universidade, a questão de pertencimento e ocupação do espaço, porque, com essa identificação e emplacamento das árvores, todo mundo pode aprender ao ar livre. A sala de aula não é o único espaço possível”, conclui.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Como replantar a orquídea na árvore



Replantar uma orquídea que temos em casa e que já floresceu, em uma arvore, 
é devolve-la a seu habitat natural . Fixando esta planta no tronco ela poderá 
desenvolver o seu sistema radicular e viver em harmonia com a árvore e florescer novamente. 

A Orquídea não é uma planta parasita e portando não vai tirar os nutrientes da árvore. 

Ela simplesmente usa a casca da árvore para prosperar suas raízes que vão retirar do ambiente (ar úmido e chuvas) sua sobrevivência e esplendor !!


alexandre

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Manual de Arborização Urbana - Por que plantar árvores?




Por que arborizar? 2 As árvores urbanas desempenham funções importantes para os cidadãos e o meio ambiente, tais como benefícios estéticos e funcionais que estão muito além dos seus custos de implantação e manejo. Esses benefícios estendem-se desde o conforto térmico e bemestarpsicológicodossereshumanosatéaprestaçãodeserviços ambientaisindispensáveisàregulaçãodoecossistema,assimsendo: • Elevar a permeabilidade do solo e controlar a temperatura e a umidade do ar 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Conhece o CAMBUCI??


site: Toda a frutacambuci

Nome científico: Campomanesia phaea (O. Berg.) Landrum
Nome comum: Cambuci
Família botânica: Myrtaceae
Características gerais: É uma espécie nativa da Mata Atlântica, ainda pouco conhecida, mas muito utilizada há séculos em sua área nativa, onde fica atualmente a cidade de São Paulo, emprestando seu nome a um dos bairros mais conhecidos da cidade. Recentemente, houve um movimento de divulgação e utilização dos frutos do cambuci, principalmente na culinária e na doceria caseira, o que levou a uma revitalização dessa fruta. Com ela, o despertar de estudos sobre a planta e o seu fruto, tais como um do Ministério da Agricultura, publicado em 2011, e outro da Prefeitura Municipal de São Paulo, em 2010, além de um boletim feito pela Associação Brasileira de Frutas Raras (DONADIO; CRUZ; BISOGNINI, 2012). O fruto é uma baga, de forma orbicular, com típico formato de um disco voador, embora já haja vários tipos com diferentes formas e tamanhos. O tamanho usual é de 4 a 6 cm de diâmetro e 2,5 a 4,5 cm de altura, com peso médio de 55 g, o fruto tem cerca de 80 % de polpa, 18 % de casca e o restante é de sementes. A cor externa do fruto é esverdeada, mesmo quando maduro, fase reconhecida pelo amolecimento do fruto, além de uma leve mudança de cor verde-escuro para verde-claro. A casca do fruto é fina, com consistência membranácea e que pode ser consumida junto com a polpa. Esta é aromática, de cor creme, sabor pronunciado, forte e ácida, contém pequenas sementes orbiculares ou achatadas, de cor branco-pálida. O fruto amadurece no litoral paulista entre fevereiro e maio. No estado de São Paulo, foram encontrados vários tipos, tais como o de casca fina, casca dura, chapeleta, empadinha, mirim-amarelo, guabiroba, riscado, balãozinho, enrugado, taça e outros, que diferem na forma e tamanho do usual. O ponto de colheita pode ser reconhecido pela maciez ou quando começa a cair da planta. A maturação dá-se em várias etapas, sendo difícil a colheita de uma safra de uma só vez. Se não for usado para retirar a polpa no mesmo dia da colheita, é recomendado ser colocado em em geladeira, ou congelado.
Usos: Apesar de o fruto já ser encontrado em alguns mercados, o usual é o consumo de seus produtos, que são muitos e variados, tais como o licor, xarope, com cachaça, doces, geleia, sorvete, refresco, iorgurte e vários outros, como na culinária, cosméticos e medicinal. Novos produtos têm sido obtidos pelo incentivo da Rota Gastronômica do Cambuci, na região produtora do fruto, litoral paulista e capital. Há disponíveis livros de receitas de muitos produtos do cambuci, um deles organizado pela Prefeitura de São Paulo. Além do fruto, a planta pode ser utilizada em paisagismo, reflorestamento e medicinal.
cambuci donadio 1
Foto 1. Tipo de cambuci
cambuci donadio 2
Foto 2. Cambuci – retirada de sementes de frutos
Fonte: DONADIO, L.C.; ZACCARO, R.P. Valor nutricional de frutas.

VALOR NUTRICIONAL DO CAMBUCI
cambuci - VN
Vitaminas – Ácido ascórbico (vitamina C) – 33 mg/100 g.
Minerais – Sódio – 171 mg; potássio – 622 mg; fósforo – 123 mg; magnésio – 42 mg; cálcio – 61 mg.
As folhas são ricas em linalol, óxido de cariofileno, betacariofileno e alfacadinol, produtos de valor na indústria farmacêutica e de comésticos.
Fonte: DONADIO, L.C.; ZACCARO, R.P. Valor nutricional de frutas.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS
A frutificação do Cambuci é variável em função do local, provavelmente em função da temperatura e disponibilidade de radiação. Essa característica vem sendo aproveitada por produtores que iniciaram em 2004 a Rota Gastronômica do Cambuci, formada pela Vila de Paranapiacaba, em Santo André, Rio Grande da Serra, Paraibuna, Natividade da Serra, Salesópolis, Biritiba-Mirim, e Caraguatatuba. O evento inclui concurso que premia as melhores receitas de salgados, doces e bebidas com Cambuci.
Os frutos (bagas) lembram um disco voador, achatados nas extremidades e com um anel saliente na região central. Sua polpa é cremosa, sabor acre e odor cítrico, suculenta e com poucas sementes (cinco em média). Pode existir grande variabilidade na composição do cambuci, mas normalmente seu gosto é ácido (pH 2,9), o que inibe o consumo do fruto ao natural. Em compensação, tem muito sabor e perfume, com grande potencial para uso em agentes flavorizantes para alimentos e bebidas.
Dr. ANTONIO MARCHIORI – Engenheiro Agrônomo, Extensionista da CATI, Ubatuba.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O que fazer com folhas secas?


As folhas, como qualquer outra matéria orgânica, podem ser reaproveitadas pela natureza em vez de ficarem presas em sacos plásticos em um aterro, por muitos anos.

Compostagem

Em vez de colocá-las num saco plástico que será levado a um aterro, tente usar a compostagem. Se tiver uma máquina específica, o resultado é melhor. Mas lembre-se, sempre opte pelo descarte consciente, respeitando o meio ambiente!

Veja também:


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sexta-feira, 31 de março de 2017

Colecionador de frutas raras cultiva 1,3 mil espécies em sítio de São Paulo





Esta não é apenas a história de um colecionador, mas também um exemplo de força e superação! Nascido em Piracicaba com uma disfunção neuromotora, Helton Josué Teodoro Muniz (36 anos), impressiona a todos com sua gigantesca coleção de frutíferas.
O problema de Helton o fez vivenciar muitas dificuldades, só aprendendo a caminhar durante a adolescência. Aos 15 anos de idade, por ter começado uma horta para ajudar na renda familiar, encontrou uma grande motivação para estudar sobre o assunto.
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Muito dedicado, Helton começou a estudar sobre uma espécie de frutífera que ainda desconhecia: a saputá. Aí estaria o “start” para que ele se tornasse um estudioso de frutas raras e exóticas. Com o passar do tempo, tornou-se um frutólogo respeitado e atualmente já plantou mais de 1,3 mil espéciesno Sítio Frutas Raras, localizado em Campina do Monte Alegre.

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Imagem via: 30porcento

Lançou também o livro Colecionando frutas – 100 espécies de frutas nativas e exóticas, no qual fala sobre técnicas de cultivo e propriedades medicinais de espécies exóticas e nativas.
“A motivação foi e é forte, pois venci obstáculos e ainda tenho limitações físicas (coordenação fina e diabetes tipo I), que me impedem de maiores realizações. Mais importante ainda é que estou fazendo a minha parte para preservar o nosso apólice de seguros – as várias formas de vida de nosso planeta”, relata Helton em sua página.
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A trajetória deste rapaz, nos faz refletir bastante e mostra que para cultivar basta querer!
Assista a reportagem da BBC sobre Helton.

sexta-feira, 24 de março de 2017

O Guabiju da avenida Wenceslau Escobar em Porto Alegre

Julho 2016
Vamos em frente, fica o guabijuzeiro e seus frutos!! 
Em 18 meses fizemos alguns manejos nessa muda, 
como proteção ao anelamento por corte de grama, 
adubação e poda. 
Quem sabe a primavera mostre seus frutos??







julho 2016

outubro 2016


Março 2017
Março 2017
Março 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Corte de grama pode matar as árvores! Como proteger?

retirado do Blog arvores de São Paulo

É comum ver nas áreas verdes da cidade a cena de trabalhadores com roçadeiras cortando o gramado entre árvores ainda jovens. É um método rápido e eficaz de resolver o problema e deixar a cidade com um aspecto melhor, mais arrumado, e aparentemente isso não prejudica em nada as plantas do parque ou praça.
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Corte de grama em uma praça paulistana
A questão fica por conta de um detalhe inusitado: esse tipo de cortador de grama geralmente chega bem perto do tronco da arvorezinha e encosta nela, na tentativa de “caprichar” o trabalho e não deixar grama alta em volta da árvore. Nesse momento, a máquina arranca em círculo a casca, fazendo algo que pode matar o exemplar e é conhecido como “anelamento”, promovendo a interrupção total ou parcial do fluxo de seiva e sequelas para a planta.
Grande parte das mudas urbanas devem morrer vagarosamente ou “não pegar” por esta causa, e não somente vandalismo ou falta de água.
Muda de árvore com feridas causadas pela roçadeira.
Muda de árvore com feridas causadas pela roçadeira.
A mesma árvore de cima agonizando
A mesma árvore da foto de cima, um guapuruvu, agonizando provavelmente por causa dos cortes. Condenada ao nanismo, deformação ou morte lenta.
Esse problema já foi percebido por outras cidades e a solução é muito simples, não exige trocar o equipamento de corte, vultosos recursos públicos ou trabalhosos coroamentos em volta da muda que a ressecam:
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Simples e barato – um pedaço de cano de pvc cortado na vertical serve de “perneira” para a muda e a protege. Aterro do Flamengo – Rio de Janeiro.
Vista das mudas protegidas no Aterro do Flamengo - Rio de Janeiro.
Vista das mudas protegidas no Aterro do Flamengo – Rio de Janeiro.
Em Buenos Aires, estado da arte: ym cano espaçoso para o tronco e que protegerá a planta ainda por muitos anos. reparem nas marcas deixadas pela lâmina ou fio da roçadeira.
Em Buenos Aires, o estado da arte: um cano espaçoso e resistente  para o tronco e que protegerá a planta ainda por muitos anos, fixado com duas estacas caprichadas para não sair. Reparem nas marcas deixadas pela lâmina ou fio da roçadeira – esse impacto iria para o tronco.
Para finalizar  e aplaudir o cuidado dos nossos vizinhos com as árvores urbanas, elas ganham além da "perneira" protetora do seu colo, uma coleira que afsta inimigos como insetos.
Para finalizar e aplaudir o cuidado dos nossos vizinhos portenhos com as árvores urbanas, lá elas ganham além da “perneira” protetora do seu colo, uma coleira próxima a copa que afasta inimigos naturais como insetos.
E em São Paulo, a maior cidade do Brasil?  Quando se dará tal atenção para que as nossas árvores jovens sobrevivam, promovam saúde e o dinheiro do contribuinte seja justificado?
Ricardo Cardim

Colabore com Doações de pedaços de cano PVC 100 mm.